quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Cinematerna!


Olá! Hoje estou escrevendo quase no final do dia pois eu e Lucano fomos ao cinema (e aproveitamos para passear mais)! Acima vocês têm o vídeo do Cinematerna, uma iniciativa muito bacana para ajudar as mães com bebês a manterem-se inseridas no mundinho social, mesmo com as demandas do início da maternidade. Amanhã retomarei aquele nosso assunto anterior, hoje vou aproveitar o gancho de nosso passeio, para comentar sobre a retomada da vida social da mamãe.

O Lucano já assistiu 5 filmes em sua longa vida de 4 meses! Para nós é maravilhoso, pois posso ir ao cinema com meu amor (quando ele pode ir junto) e ao mesmo tempo estar tranquila amamentando ou trocando a fralda do Lucano. Como todas (ou quase todos) que estão ali, levam seus filhotes, se algum chora ninguém liga, ninguém olha com cara feia. As organizadoras disponibilizam trocadores com fraldas e lencinhos, há um tapete na frente da tela para os que querem brincar e o ambiente fica super agradável! Aqui em Porto Alegre têm sessões quintas-feiras e alguns sábados. Hoje teve até sorteio de presente!

Até nos organizarmos com as novas rotinas (principalmente para quem não tem uma babá 24h), se não prestamos atenção, o tempo vai passando e a gente se descuida. Legal é irmos olhando para nossa rotina e incluindo nela, cuidados conosco que são fundamentais para manter a auto estima. Mesmo que não dê para retomar os exercícios nos primeiros meses, a "desculpa" de sair para o cinematerna, por exemplo, é um bom motivo para tirarmos o pijama, passarmos uma maquiagenzinha e sairmos belas por aí. Além disso, é uma oportunidade de conhecermos mais gente, encontrarmos amigas (vamos Regina? Quero conhecer teu filhote!), batermos um papo, trocarmos experiências, tomarmos um café. Uma delícia!

Acessem ao site que está na barra lateral e confiram as próximas datas para sua cidade!
Vale muito a pena! Divirtam-se!



quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Juntos nessa!

A Carmen deixou uma frase nos comentários, que combina muito com este nosso encontro:
"A Mãe desenvolve o seu Feto e o Pai nutre com seu Afeto !!!"
Adorei!! Essa é a construção coletiva da rede de apoio/afeto que a gente tanto precisa quando está criando filhos! Obrigada amiga!!!


Vamos então àqueles tópicos anteriores, são alguns que lembrei junto com o Alberto, e tenho certeza que vocês têm outros para comentar, rir e descobrir juntos novas formas de olhar. Faremos isso em etapas, para que a leitura não fique pesada. 


-Por que o bebê está chorando;
Quando o bebê começa a chorar, todo mundo tem um palpite. A melhor forma de lidar com isso é sorrir, agradecer e seguir o nosso coração. Ninguém melhor do que mãe e pai para decifrar o choro do seu pequeno. A diferença acontece quando pai e mãe não concordam sobre o motivo do choro e, então, um impasse sobre o que fazer...Quando os pais são bastante próximos dos filhos, tocam neles com amor e olham nos olhos, mentalmente podem perguntar ao bebê o que ele precisa e ouvir seus corações: a resposta vem com certeza. Isso é afinar a relação. Olhar a expressão do bebê ajuda muito, eles demonstram desde pequenos nos olhos e na expressão corporal o que se passa. Com o tempo, ficará fácil descobrir o motivo do choro. Agora, pra se chegar em um consenso sobre o motivo do choro, melhor é dar espaço para um e para outro, respeitando o que o outro intui e, na tentativa, chegando juntos a uma resposta. Quando o choro é persistente, quando é logo depois de mamar, quando ele bate as pernas, tudo é um sinal. Lembrem também de que o pediatra é bastante experiente e pode ajudar apenas ouvindo o relato do choro!


-O que faremos quando o bebê chora demais;
Para comentar esse tópico, vamos os tipos de choro:


*Logo depois de mamar (mais ou menos uma meia hora) e quando o bebê dobra as perninhas (depois de termos visto que a fralda estava limpa e que o bebê estava alimentado), pode ser cólica. Neste caso, as bolsinhas de água quente, junto com um colo reconfortante podem ser calmantes, mas a cólica é como uma onda, ela vem e vai embora e parece que não há muito o que fazer. Alguns pediatras receitam remédios para cólica, pode ser uma solução. O nosso perguntou o que eu estava comendo e recomendou que eu cortasse laticínios e derivados de vaca (inclusive produtos com traços de leite), pois alguns bebês têm intolerância a uma proteína da vaca (e não à lactose, pois se não, não poderiam mamar nosso leite também). Fiz o recomendado por quase 2 meses e deu muito certo, Lucano não sentiu mais cólicas e eu emagreci mais rápido, pois quase todos os doces, por exemplo, têm leite ou derivados.


*Quando as sobrancelhas ficam avermelhadas (o bebê fica com um olhar mais parado, não interage muito e esfrega os olhos): é sono!! O legal é a gente ir percebendo os sinais de sono bem no comecinho (é que às vezes , a gente segue dando estímulos, e quando vemos o bebê já está estressado, num choro maior do que o necessário) Alguns pais preferem ninar no colo, outros dando o seio, outros colocam no bercinho, outros misturam as técnicas de acordo com a hora do dia. O importante mesmo é a gente estar segura de que estamos fazendo o melhor para eles (e sabemos disso, se o nosso coração está tranquilo), e mais importante é que o parceiro nos apoie na decisão do que fazer, assim sentimos mais segurança. Quando o bebê chora demais, o melhor é revezar o colo com outra pessoa, para evitar que um dos pais fique estressado com o choro e passe esse nervosismo ao bebê.


*O choro de fome: Nos três primeiros meses, o bebê tem um reflexo chamado "de sucção", ou seja, ele necessita sugar por sugar. Assim, nem sempre que chora e faz biquinho quer dizer que está com fome, se fosse assim, passaríamos os três primeiros meses amamentando 80% do tempo...Como sabemos se ele está com fome ou quer sugar? Se colocarmos o dedo minguinho (limpo) em sua boca e ele sugar, era só isso que ele queria. Se mesmo assim, ele seguir reclamando, é porque é fome. Conseguir decifrar essa diferença, ajuda o bebê a suprir suas necessidades orais (que nem sempre são de alimento) e nos ajuda a dar um tempo entre as mamadas!


*O bebê também pode chorar porque está com a fralda suja, cansado de estar na mesma posição ou na mesma atividade, porque quer um aconcheguinho, porque está com alguma dor, ..., chorar é a única forma que ele encontra de se comunicar verbalmente. Ele sabe que se chorar, alguém o atenderá e, aos poucos, encontrará outras formas de comunicar o que precisa. Um bebê de menos de 5-6 meses dificilmente fará "manha", ele ainda não consegue tamanha malandragem. Quando os pais conversam sempre com ele e explicam o que vai acontecer, ele vai adquirindo segurança e encontrará outras formas de comunicação além do choro, então, a "manha" será menos frequente quando houver. O pediatra é nosso melhor conselheiro! Mães e avós têm bastante experiência, é legal ouvi-las também, principalmente se elas respeitam e apoiam nosso papel de mãe e dão espaço para que tomemos as decisões com segurança.

-O que faremos quando ele não quer dormir;

Cada família funciona de um jeito. Às vezes percebemos que o bebê está com sono, mas não quer se entregar. Primeiro de tudo é importante ver em que situação estamos: se em casa, em lugar estranho ou agitado. Geralmente o bebê prefere adormecer do mesmo jeito e/ou no mesmo lugar porque isso dá segurança. Acontece que nem sempre dá para seguir a mesma rotina, às vezes estamos na casa dos avós e ele sente sono. O Lucano adora interagir, então fica muito bravo de ter que dormir, mesmo que os olhinhos estejam quase apagando. Nós o abraçamos com firmeza, ninamos ou sentamos em um lugar mais escurinho com ele no colo e cantamos bem baixinho. Imaginamos ele recebendo uma energia de tranquilidade e amor, e ainda procuro fazer isso olhando em seus olhos (é engraçado, pois ele foge do olhar, por que sabe que quando olha, acaba acalmando e dormindo). Antes de chegar a essa técnica em conjunto com o Alberto, eu ficava nervosa depois de 30 min. de choro, depois fui deixando meu amor fluir para ele e lembrando que eu o estava acolhendo, pensando que ele iria superar essa dificuldade e aos poucos ele foi melhorando esse momento de dormir (principalmente durante o dia, quando o mundo está acesso...porque quando está tudo escurinho, ele dorme logo, logo). 


Tem um livro bem bacana sobre o sono: "Soluções para noites sem choro" de Elizabeth Pantley


Mais adiante, quero mostrar em vídeo para vocês esse momento de acalmar pra dormir.


* Lembrem da nossa PROMOÇÃO, algumas pessoas preferiram mandar suas frases por e-mail (ju_terocup@hotmail.com), tá valendo também! Um beijo!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Promoção Nossos Filhos!

Dia das Crianças é uma data especial para comemorarmos nossas crianças: as que somos, as que fomos e as que criamos! Por isso estamos fazendo o lançamento oficial do Nossos Filhos neste dia!


O objetivo deste site é que possamos beneficiar o maior número de pessoas com nossas experiências, trocando informações e criando uma rede de apoio e amizade com quem se interessa pelo assunto! 
Diariamente, novas informações, links, fotos, vídeos e um debate diferente! Divirtam-se e façam parte dessa rede, sugestões e comentários são muito bem vindos!


Para o lançamento criamos um kit super charmoso, com sacola de tecido em estampa importada contendo 1 mordedor infantil Dican, 1 sabonete líquido da Johnsons&Johsons, 1Pacote de fraldas tam.M Turma da Mônica, 1 Lava Roupas para bebês Vida Macia, 1 Babador em algodão e 1 livro "Cem Promessas para o meu Bebê" de Mallika Chopra.

Quer ganhar este presente em comemoração ao Dia das Crianças? Então responda à pergunta:

"Como criar filhos felizes?"

A resposta mais emocionante e criativa, leva o presente! Valerão apenas as respostas que vierem com um e-mail válido para contato posterior. Mas respondam rápido, pois a promoção vale por 15 dias, o resultado sai no dia 27/10/10.



domingo, 3 de outubro de 2010

"Curso para pais"

Desde que comecei o trabalho como terapeuta e educadora, passei a perceber que em nenhuma etapa da vida, as pessoas aprendem a ser pai e mãe. A maioria aprende junto com o filho, a medida que este for crescendo. Porém, muitas coisas poderiam ser evitadas se antes de serem pais, as pessoas fizessem grupos, oficinas, cursos para serem pais. (Assim como se fazem cursos para casais na Religião Católica).

Há tempos vêm aumentando o número de cursos para casais gestantes, mas a grande maioria oferece informação e prática sobre os cuidados básicos de saúde e higiene: Como dar banho, trocar fraldas, amamentar, etc. São ótimos, geralmente há professores médicos e enfermeiras e o conteúdo supre a necessidade de informações básicas importantes.

Nosso pequeno gauchinho!

O "curso para pais" a que me refiro, seria uma grande conversa e troca de informações, onde os casais aprenderiam  a conversar, respeitar diferentes pontos de vista, falar um pouco um ao outro como foi sua criação e como acredita que deva ser uma boa educação. Só aqui já daria "pano pra manga"! Isso proporcionaria um afinamento entre o casal, tão importante nas tomadas de decisões futuras.

Na continuação do curso, os pais veriam o quanto suas atitudes são copiadas pelos filhos e a importância de prestarmos atenção ao que estamos fazendo, para verificar se é realmente isso que queremos ensinar aos pequenos. Como exemplos, se quisermos que nossos filhos não comam "porcarias", não deveríamos comê-las. Se quisermos que eles respeitem aos outros, deveríamos ter mais paciência e tolerância, mais amorosidade, mais compreensão com os outros, além de não gritar, saber ouvir, olhar nos olhos, ceder espaço e tantas outras coisas que, na correria dos dias, acabam passando despercebidas por muitos adultos. Se quisermos filhos bem educados, devemos ser bem educados com eles e com os outros.

Quando começamos a prestar atenção nesses pequenos detalhes no dia a dia, conseguimos olhar mais para fora do nosso umbigo e perceber os outros. Assim, podemos criar uma boa relação de casal onde um está disponível para ajudar ao outro, e uma relação de confiança e cumplicidade com os filhos, que crescem mais seguros e felizes em um ambiente harmonioso.

A relação equilibrada do casal, é muito importante quando o bebê chega em casa. Os hormônios que foram mexidos no corpo da mulher durante a gestação, seguirão mexidos por um bom tempo e é muito comum provocarem depressão e sentimentos contraditórios. Quanto mais apoio emocional a mãe tiver, melhor ela estará para atender às necessidades do bebê. Já o pai, quanto mais compreensão, carinho e cumplicidade ele tiver, mais apoio conseguirá dar à mãe de seu filho.

As decisões futuras que citei acima, são inúmeras e podem gerar polêmica e mal estar se não forem conversadas antes. Entre elas:
-O que faremos quando o bebê chora demais;
-Por que o bebê está chorando;
-O que faremos quando ele não quer dormir;
-Como faremos o bebê dormir e onde;
-Como acalmaremos o bebê (se no seio, se no colo, se no carrinho...)
-O que responderemos às pessoas quando elas dizem coisas que não fazem sentido como se conhecessem a dinâmica familiar ou nossos filhos (ah! as pessoas adoram dar palpite sobre como devemos proceder);
-Como será a alimentação do bebê;

Sinto que o apoio e atenção do Alberto são imprescindíveis na minha relação com meu filho. Se discutimos, podem estar certas de que ficarei frágil emocionalmente e não conseguirei estar inteira com o Lucano. Ao contrário, ao nos tratarmos mutuamente com amor e respeito, mantenho minha energia mais constante e fico muito mais disposta com meu rebento e com meu marido. Podemos ver o resultado de nossa educação, desde cedo, quando vemos nosso pequeno sorrindo, tranquilo e se desenvolvendo com saúde!

*em nosso próximo encontro, falaremos sobre essas "decisões" que precisamos tomar em dupla sobre o bebê, se quiserem mandar sugestões, por favor!

sábado, 2 de outubro de 2010

O chá de bebê e o enxoval

Quando estava grávida, eu e minha prima (grávida também) reunimos um tanto de listas de enxoval e fizemos uma só. A internet tem muitas facilidades (e muitas listas diferentes), mas tantas coisas podem dificultar o nosso foco no que é mais importante.

Convite do nosso Chá, que o papy Alberto fez!

Enquanto fazia a lista e marcava o que já tinha e o que pediria no Chá de Fralda, pensei que há um ingrediente que não vai em nenhuma lista, mas é de fundamental importância: preparar o tempo e a cabeça para quando o bebê estiver aqui. Nos primeiros meses os pequenos realmente precisam muito da nossa presença, das nossas visualizações de paz e tranquilidade, do nosso cheiro e nosso olhar amoroso. Nesses dias, parece que não temos tempo para nós, mas é um investimento maravilhoso dar o que eles precisam, pois isso será a base para uma criança segura e com uma autoestima legal. Mais adiante falaremos da importância dessa preparação, pois os hormônios ficam "bagunçados" e acabam mexendo com nosso emocional, que precisa de suporte e calma, para não desanimarmos com a aparente falta de tempo.

Além desse investimento, percebi algumas coisas bem bacanas para compartilhar:

*É preciso lembrar e avisar aos amigos que querem ajudar, a provável data de nascimento do bebê (época do ano), pois isso evita que compremos e ganhemos artigos, por exemplo, de recém nascido, manga curta, no inverno (ou seja, que não conseguiremos usar, principalmente se esse inverno for como aqui do sul do Brasil)
*Sabonetes em barra e shampoos são menos práticos que os sabonetes líquidos para bebê, este último dura por mais tempo e pode ser usado para lavar o corpo todo, incluindo o cabelinho (o nosso primeiro, durou quase três meses!).  Os sabonetes em barra, principalmente os cremosos, ficam "gosmentos" e acabam mais rápido.
*Lenços umedecidos são "perigosos". Aqueles que vêm em baldes econômicos, geralmente têm um lenço mais fino e muita água no pote, os lenços vêm encharcados e, por serem mais finos, precisamos usar mais em cada troca de fraldas.  Outros, de potes normais, também ficam encharcados e alguns têm um cheiro mais ou menos...Isso pode gerar assaduras no bebê! Reparei que vale mais a pena usar um bom lenço, mais caro, mas que usamos menos por troca de fralda. Melhor ainda: Pedir bastante algodão no chá, pois em casa podemos limpar o bebê com algodão e água, e quando estamos na rua, levamos o lenço mais caro. Melhor para o bebê e mais barato!
*É muito importante lembrar de pedir brinquedos, claro, adequados aos primeiros meses. Até os três meses, os bebês estão desenvolvendo e apurando seus sentidos, os melhores brinquedos são de cores fortes, poucos e grandes desenhos (ajudam a fortalecer a musculatura ocular), que tenham algum som (como chocalhos ou guizos), de texturas diferentes e mordedores. Afinal de contas, além de alimentar e vestir o bebê, não podemos esquecer que o ajudaremos nessa chegada ao mundo, quando ele estará se acostumando com as sensações corporais e precisa de estímulos adequados e controlados (estimular demais também prejudica...)

Preparei um vídeo com dicas preciosas para ajudar ainda mais, veja aqui.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Gestar: O início de tudo

Depois de ver a temperatura basal subir, a menstruação atrasar, fazer teste de farmácia (e não acreditar nele), teste de sangue e mesmo vendo o que está escrito, ter de ligar pra médica pra confirmar que o tão esperado "positivo" estava estampado, começa uma caminhada do tamanho certo para nos construirmos como pais.

Sim, a gestação passa muito rápido para o tento que podemos construir dentro e fora de nós sobre a maternidade e esse serzinho maravilhoso que está por chegar. Muitos sites e blogs contam mês a mês sobre as modificações corporais e comportamentais da gestação e vale muito a pena lê-los! Aqui quero compartilhar outras coisas que ficam no ar, mas que são fundamentais para que a paz continue reinando depois que o rebento chegar, seja ele calmo ou agitado ou do jeitinho que ele for.

Assim que espalhamos a notícia que estamos grávidas, começa o terrorismo. Vocês já repararam? Quem nunca ouviu as seguintes frases levanta a mão:

-"Nossa, os enjôos são horríveis! Coma bolacha de água e sal"
-"O parto é a maior dor do mundo, e a recuperação...xiiiiiiiiiiiiii"
-"Aproveitem para dormir agora, por que depois...hummmmm" (estes parecem se deliciar com a má notícia!)
-"Vocês nunca mais terão tempo para namorar, cuidado!" 
-"Se preparem para o choro do bebê, eles choram muito!"

...e segue a lista, vocês devem ter um monte de frases terroristas como essas! Garanto que elas não ajudam em nada, e nem sempre são verdadeiras, eu por exemplo, não tive enjôo (inclusive a bolacha de água e sal, me dava azia...) o parto e a recuperação foram ótimos, meu filho acorda uma vez por noite; até por que cada bebê é único e todos eles são um espelho dos pais, ou seja, pais que ficam nervosos inevitavelmente têm filhos nervosos, pois apesar de tão pequenos, eles sentem tudo. Lembrei de uma frase: "de médico e terrorista todo mundo tem um pouco"...

O mais importante disso tudo e de todos os dias até a chegada dele, é que a gente desenvolva e aperfeiçoe:
1. Nossa intuição. Perceber nosso corpo e nossos sentimentos, para que mais tarde possamos perceber o bebê e ter segurança de que sabemos o que ele precisa (meditação e relaxamento ajudam muito nisso);
2. Nossa parceria com o pai do bebê ou, na falta dele, com quem nos ajudará a educar (é fudamental para que tenhamos apoio e nos mantenhamos seguras para atender o bebê);
3. A resposta para as seguintes perguntas: "O que nós queremos para o nosso filho?" ou "Que tipo de homem/mulher queremos formar?" Essas respostas são complexas e, se bem conversadas durante a gestação, nos ajudam muito a tomar decisões futuras e seguras quanto ao sono, aos choros, a alimentação, e toda a educação.

*Na próxima vou mostrar detalhes do enxoval, coisas que estão nas listas que não são tão úteis e coisas que ficaram de fora, mas que são fundamentais! Até lá!