domingo, 21 de novembro de 2010

Por que os bebês choram?

Tenho uma amiga que quero muito bem, que está com problemas com seu bebezinho que chora muito. Quero muito poder ajudá-la, então pensei: só um pouquinho, sou terapeuta ocupacional, aconselhei muitas mães e estou vivenciando momentos semelhantes, posso ajudá-la! Então fui atrás de todo o material com o qual já trabalhei para sistematizar uma informação que pudesse ser pontual. Resolvi fazer um vídeo contando o que reuni sobre esse assunto, assim fica mais fácil para uma mãe atarefada, acessar as informações.
Como um anjo, com um mês: Só o começo!

Como nossas conversas foram este final de semana, apurei o assunto e aqui está o vídeo que, entre outras coisas, fala sobre:

"Por que os bebês choram? Basicamente os bebês choram por que esta é sua língua até que comecem a falar. Quando choram, alguém olha para eles e pode ser que compreenda o que eles querem! O problema todo é que nem sempre o choro tem um motivo específico ou nem sempre é identificado."

-Como identificar o choro para acalmar o bebê;
-As necessidades básicas;
-A cólica;
-O refluxo/azia;
-O sono;
-Nossas reações ao choro do bebê.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sobre as brotoejas e outras dicas

Ontem fomos à dermatologista ver umas manchinhas brancas que o Lucano tem na testa. Nada demais. Aproveitei a visita e perguntei a ela sobre as brotoejas. Ela disse, em conformidade com o que o pediatra, que não tem fundamento passar maizena. O motivo por que algumas pessoas passam, é pela absorção do suor, inclusive ela lembrou que atualmente têm- se evitado o uso de talcos (e aqui a maizena acaba sendo um "substituto" do talco) por que se descobriu que as crianças estavam sendo acometidas por pneumonia por aspiração (do talco). Além disso, ela disse que pode causar outras alergias na pele. Pode ter funcionado com algumas pessoas, mas ela recomendou não usar, para prevenir essas consequencias.

Então, ela me recomendou outra coisa bem simples e barata para refrescar e prevenir ou mesmo remediar as brotoejas: chá geladinho de camomila! Andar com uma garrafinha com chá de Camomila e passar com um algodão ou fralda de pano na pele do bebê. Adorei a dica! Para as crianças que já estão com brotoejas, a camomila é calmante na pele e, para o calor, refresca!
Com um mês tomando banho no ofurô de bebê

Outra dica que ela deu: depois do banho, seja no balde ou na banheira, alguém aí se lembra de enxaguar o bebê? Ou todo mundo tira o bebê do balde ou banheira e já seca na toalha? Ela disse que a maioria nem se dá conta, mas que é importante separar um baldinho com água limpa e jogar delicadamente no bebê antes de secar.

- vejam aqui mais dicas sobre as 'coisinhas de pele' que nossos pequenos podem apresentar e o que fazer...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sling de malha saindo do forno!

E por falar em mamãe que trabalha em casa, estão saindo do forno meus "Cangurus de malha". Vejam o vídeo com as maneiras de usar aqui. Gosto muito desse modelo que, por ser de malha, dá a sensação de que o bebê esteja mais seguro, grudadinho no meu corpo.

SLING DE MALHA LILÁS COM BOLSO XADREZ
Encomendas por aqui ou pelo e-mail: ju_terocup@hotmail.com

Dicas para a troca de fraldas sem assaduras!

Novo vídeo sobre a troca de fraldas!

O momento da troca de fraldas, assim como o banho e o vestir são oportunidades muito legais para estimular a oralidade do bebê. Enquanto trocamos, damos banho ou vestimos, podemos ir nomeando as partes do corpo do bebê e conversando sobre o que estamos fazendo, isso ajuda no vínculo, confiança e, pela imitação, o desenvolvimento da fala.

Aquela dica tradicional de passar polvilho no bumbum do bebê, o pediatra recomenda não fazer, pois fica abafado na fralda e pode facilitar a fimose nos bebês que não foram circuncisados, pois ao limpar a maizena fica embaixo da pele e inflama. Hoje encontrando uma amiga, ela disse que passa no resto do corpo da filha (não debaixo da fralda) para evitar brotoeja no alto verão. Vou testar!!  Vejam as recomendações da dermatologista e pediatra aqui!

Ser mãe hoje

Faz quase uma semana que não escrevo, não foi o que me propus, mas me fez refletir sobre o "ser mãe hoje".
Esta semana o Lucano teve três dias de um "chororô" não identificável. Pensamos que pode ser como aqueles dias em que acordamos mais chateados, pode ser aqueles estirões de crescimento em que ele fica mais chatinho, pode ser o efeito da nova alimentação no intestino e evacuação.

De qualquer forma, apesar de compreender que tudo é novo para ele e que ele precisa e sempre terá afeto para enfrentar esses dias, eu fico esgotada! Para terem uma idéia, ele que dorme a noite toda, em um desses dias, acordou às 02h30 para mamar e ficou chorando até às 05h30. Fiquei acabada porque não estou acostumada a acordar de madrugada, e esse cansaço acaba também com meu humor...Fico chateada de ficar sem paciência, reflito e lembro de toda a teoria, mas achei importante trocar isso com vocês, por que sei que muitas de vocês devem passar por isso e acho que é normal a gente se sentir assim também!

Lembrei que há algum tempo saiu uma reportagem no jornal local sobre as mães de hoje, suas opções na criação dos filhos e as mudanças e retornos dos tempos passados. Eu optei (reparem que é questão de optar e não de poder, pois com as opções diferenciadas que temos hoje de trabalho, podemos sim optar!) por ficar em casa com o Lucano pelo menos por um ano. Como não consigo ficar parada, resolvi fazer os slings de malha para vender, fazer os bazares que gosto pra receber os amigo em casa e ajudá-los com presentes bacanas para vender, e escrever aqui. Minha prima linda, mãe da Tarsila, lembro que tem horários flexíveis pois dá aulas de espanhol e faz seus horários.

Assim como nós, muitas outras mulheres têm optado por acompanhar mais de perto o desenvolvimento de seus pequenos, por que como todo mundo diz: "Passa muito rápido" e como temos constatado, as crianças estão precisando mais da presença dos pais na educação. Assim, organizo nossa rotina com momentos de ficar no tapete brincando, assistir a um ou dois episódios do Pocoyo (em espanhol para estimular a escuta dele na língua do vovô), fazer o almoço, limpar a casa, dar um passeio.

Não estamos nesse momento com faxineira, então dividimos a limpeza da casa entre Alberto e eu: coloco o Lucano no carrinho com seus brinquedos e vou levando ele comigo pela casa e contando a ele o que estou fazendo, ele fica se divertindo, dá gritinhos e fica brincando e olhando pra mim. No almoço, geralmente ele dá uma cochilada, então fica mais fácil. E assim vamos, a maioria das coisas vou fazendo e atendendo ele, paro no meio, dou de mamar e continuo. Minha próxima tentativa será ir a Ioga com ele, levo seus brinquedinhos e ele fica brincando enquanto eu mexo o corpo. Veremos como funcionará.

Admiro as mamães que gostam ou precisam trabalhar fora, por sua coragem e força! Imagino como ficam felizes em estar fazendo o que gostam e também a vontade de ficar mais com seus filhos. Cada opção tem suas facetas boas e ruins e vamos aprendendo a lidar com o dia a dia e a olhar para tudo com o melhor que podemos fazer e o melhor que há. Não ficamos o dia todo em casa, passeamos muito e o Lucano adora estar no meio das pessoas e ver paisagens diferentes. Fico muito feliz em dividir minhas 24h com o Lucano e o Alberto (ele também trabalha em casa), tenho aprendido muito e com certeza sairei uma pessoa melhor dessa experiência!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Papai !

Hoje pedirei licença para falar sobre os papais. Desde que comecei a estudar e dar aulas sobre a saúde materno infantil, vejo na literatura a referência ao “binômio mãe  bebê”. Sempre achei  que os pais deveriam estar ali de alguma forma. Os papais de hoje também estão cumprindo um papel diferente dos de antigamente. A participação deles tornou-se mais ampla e fundamental. Desde que tive o Lucano, tenho vivenciado isso com muito prazer e alegria!

O Alberto é desses pais que está disponível, sabe? Independente de horários de trabalho e rotina, ele está internamente disponível. Isso é maravilhoso para o Lucano, pra nós dois como casal e pra mim como mãe. Quando o Lucano nasceu, pedi a ele que acompanhasse todos os segundos ao lado do filho, desde a vinda até mim até a higienização. Minha mãe observava pelo vidro da maternidade e se emocionou com a cena dos dois: Lucano recém chegado e Alberto conversando suavemente em seu ouvido e acariciando enquanto ele era pesado e medido, resultado: um bebezinho tranquilo, prestando atenção na voz do papai.

Quando chegamos em casa, fiz questão de deixar esse espaço de relação entre os dois, e o Alberto trocou a primeira fralda, deu os primeiros banhos, cortou a unha pela primeira vez...Eles brincam muito juntos, o pai canta pra ele, sabe ninar como ninguém e o Lucano olha com um sorriso seguro e feliz pro papy. Já que as mães têm o privilégio de viver a magia da gestação e da amamentação, acho importantíssimo que incentivemos os pais a estarem junto, fazendo parte dessa relação desde cedo. 

E também acho que esse é um papel de mãe: dar espaço ao pai, deixa-lo fazer as coisas ao seu jeito, ajudá-lo a estar participante, pedir sua ajuda! Costumo dizer que o Alberto não me ajuda, ele é parte integrante, interdependente, fundamental para que todos nós estejamos bem e felizes! Por isso, apesar de não ser o dia dos pais, hoje é o dia do Pai do Lucano, e o vídeo de hoje vai para ele!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Brincadeira de bebê?

Sim! Bebês brincam e brincando descobrem o mundo!
Da série "Como criar filhos felizes", o brincar é a atividade mais importante das crianças, e o que elas mais precisam é de um ambiente seguro e cheio de carinho para explorar os brinquedos e desenvolverem com alegria! O papel dos pais é fundamental nisso: ter tempo para brincar com eles, perceber suas nuances e ver suas potencialidades aflorando, fundamentam um bom desenvolvimento!

Hoje mesmo comentei com o Alberto, como é gostoso quando o Lucano olha pra gente e a gente sabe o que ele está pedindo com seus gritinhos ou caretas...fruto de uma convivência cheia de brincadeiras juntos! O primeiro ano do bebê e tudo que podemos proporcionar a ele nesse tempo, formam a base de uma criança feliz, segura e que saberá se colocar no mundo!

A idade para aquisição de habilidades depende muito de uma série de fatores, dentre eles o ambiente onde a criança vive (o que oferece a ela), as relações (se são positivas e estimuladoras) e a própria natureza do bebê. Por isso a literatura oferece parâmetros do Sistema Nervoso. É importante conhecê-los para ter uma idéia de como ajudar sem exigir demais e manter sempre o aprendizado pelo prazer.

Quais são as brincadeiras que seus filhos mais gostam ou gostavam?
E vocês, lembram-se o que cantavam e brincavam quando eram pequenos?
Eu até hoje gosto de brincar, não é à toa que escolhi a área infantil para trabalhar!

*Para saber mais sobre o desenvolvimento:
O Bebê: o primeiro ano de vida do seu filho
(A. Eisenberg, H.E.Murkoff, S.E. Hathaway-Editora Martins Fontes)
* Site: www.bebe.com.br